8

Aulas

10

Vagas

100%

Grátis

O Curso.

Desde o nascimento do Instituto Amado, lá em 2017, que sonhamos com este curso. Arte & Experimentações na Cidade é, antes de tudo, uma sequência de encontros para apresentar, debater e fomentar a cidade como uma paisagem imaginária de caminhos lúdicos, sensíveis e temporários. E, a partir destes encontros, que seja proposto um desdobramento prático, tangível e expositivo de forma coletiva, a ser apresentado na Galeria quartoamado.

 

Convidamos artistas e coletivos locais para conduzir esta experiência de observação. Como filtros e como guias, os professores deste curso serão mediadores de uma exposição coletiva a ser apresentada como resultado das vivências. Aliando processos teóricos e práticos, Arte & Experimentações na Cidade transita entre a arte contemporânea, o design e a fotografia, rompendo fronteiras e construindo linguagens possíveis.

 

Graças a Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao patrocínio da Mastermaq, este curso é gratuito e ainda oferece cinco vagas para bolsistas (com ajuda de custo para transporte e alimentação). Para se candidatar às vagas disponíveis é só se inscrever no formulário que se encontra no final desta página.

MÓDULO I: A SOBREVIVÊNCIA DO ARTISTA E DO PRODUTOR INDEPENDENTE 

AULA I: ARTE DESCONECTADA NÃO FAZ SENTIDO

O resultado deste curso é uma exposição coletiva. Mas, antes, o primeiro passo é nos conhecermos. Qual é a história de cada pessoa? Qual história queremos contar juntos e juntas? O que topamos para que isso aconteça? Do que não abrimos mão? Esse encontro inaugural serve para dar as boas vindas, colocar toda turma na mesma página, alinhar expectativas e legitimar receios, revelando um pouco das motivações e das intenções de cada pessoa e do grupo em relação ao processo do curso.

Nanda Miranda

Nanda Miranda

Nanda Miranda, aquela com nome que rima, atua na curadoria, design e produção de conteúdo e de experiências, com foco em cultura, educação e diversidade. Feminista desde que se entende por gente, mesmo quando não sabia o que isso significava, desenvolveu pesquisa sobre performance e representatividade do feminino durante seu mestrado na UFMG, dando aulas e palestras sobre o tema.

Atuou como Produtora Executiva no Inhotim, integrando o Núcleo de Programação do Instituto. Também foi Diretora de Whatever na Perestroika BH, onde deu aulas e cuidou mais especificamente do Refresh – inspiração em gestão e liderança, sendo responsável pela coordenação, facilitação e toda experiência de aprendizagem do curso.

Nos últimos dois anos, além de produzir, tem participado da curadoria de iniciativas como Inhotim Ocupações Temporárias, MECAInhotim, e também das duas edições do Planeta Brasil Talks by Una. Mais recentemente, junto com a VLI, vem desenvolvendo a experiência de aprendizagem de equipes da empresa, com foco em inovação e engajamento de pessoas, através do programa Universidade Experience VLI 2019.

AULA II: MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA DO ARTISTA E DO PRODUTOR INDEPENDENTE

 O Manual de Sobrevivência do Artista Independente é um guia básico e efetivo com noções importantes para se inscrever em editais e organizar portfólios, e conta ainda com pitadas sobre empreendedorismo pessoal e de como lidar com o mercado. Direcionado à artistas e produtores independentes, e qualquer outra pessoa que anseia em se inscrever em editais, e não sabe por onde começar, ou já se inscreveu e não deu muito certo.

Binho Barreto

Binho Barreto

Binho Barreto é artista visual, participa de projetos interdisciplinares e desenvolve pesquisas com desenho e processos digitais. Publicou os livros Perímetro urbano (sobre sua trajetória com o graffiti), O Livro dos Vivos (contos) e Comboio (literatura infantil). É formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard/UEMG e é doutorando em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. Expôs em mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Vive e trabalha em Belo Horizonte.
Nanda Miranda

Nanda Miranda

Nanda Miranda, aquela com nome que rima, atua na curadoria, design e produção de conteúdo e de experiências, com foco em cultura, educação e diversidade. Feminista desde que se entende por gente, mesmo quando não sabia o que isso significava, desenvolveu pesquisa sobre performance e representatividade do feminino durante seu mestrado na UFMG, dando aulas e palestras sobre o tema.

Atuou como Produtora Executiva no Inhotim, integrando o Núcleo de Programação do Instituto. Também foi Diretora de Whatever na Perestroika BH, onde deu aulas e cuidou mais especificamente do Refresh – inspiração em gestão e liderança, sendo responsável pela coordenação, facilitação e toda experiência de aprendizagem do curso.

Nos últimos dois anos, além de produzir, tem participado da curadoria de iniciativas como Inhotim Ocupações Temporárias, MECAInhotim, e também das duas edições do Planeta Brasil Talks by Una. Mais recentemente, junto com a VLI, vem desenvolvendo a experiência de aprendizagem de equipes da empresa, com foco em inovação e engajamento de pessoas, através do programa Universidade Experience VLI 2019.

MÓDULO II: HISTÓRIA DA ARTE E CURADORIA

AULA III: SEVANDIJA: A HISTÓRIA DA ARTE, AS MULHERES E OS PARASITAS

Verifica-se que na maioria dos livros utilizados no estudo da História da Arte, em cursos de graduação no Brasil, as identificações de artistas são do gênero masculino; apenas 9% do resultado das análises tratam de obras e história de mulheres nas artes visuais (HISTÓRIA DA ARTE, 2017). Ou seja, a representação feminina ocorre de maneira obscura e não aprofundada; além de percorrer apenas artistas europeias e algumas americanas.

A oficina vem com a proposta de discutir o não reconhecimento das produções femininas, inspirada pelo termo ​Curadoria Ativista​, conceito anunciado pela historiadora Maura Reilly. Também analisar como se deu as construções sociais nos períodos artísticos e como se encontra, no contemporâneo, as instituições e produções. Diagnosticar e dialogar sobre o olhar da sociedade hoje para a produção da mulher na arte visual e seu vínculo com outros fenômenos igualmente significativos como o desafio de apresentar-se como artista, a participação em exposições e a interseção na docência. Atenta-se também para a categorização de “mulher” que vem a apresentar um obstáculo ao propor a existência de um grupo ligado por uma essência comum.

Flaviana Lasan

Flaviana Lasan

Flaviana Lasan é pesquisadora, produtora de campo e artista interdisciplinar atuante em projetos nacionais e internacionais. Sua trajetória inclui trabalhos junto a Editora Zupi, Jaca – Centro de Arte e Tecnologia, Bienal de Arte Digital, Junta – Bazar de Arte Independente, Bolsa Pampulha e investigações junto a Priscilla Telmon, Frederick Buyckx entre outros. Opera em trabalhos independentes e institucionais com propósito de percepção sobre a contemporaneidade em confronto com a história. Pesquisou, na graduação, o mercado de artes visuais de Belo Horizonte com o tema CONSUMO, COLECIONISMO E CONVENIÊNCIA: Parâmetros do mercado de artes visuais em Belo Horizonte na atualidade. Atualmente pesquisa sobre a produção de mulheres na história da arte através do minicurso Sevandija – A história da arte, as mulheres e os parasitas.

AULA IV: VER A CIDADE

É um entendimento lógico, mas por vezes despercebemos: o ser humano viveu mais tempo na natureza selvagem do que em convivência com a cidade urbanizada. Isso explica a razão pela qual ainda estamos entendendo a noção de enxergar, encarar e prestigiar a cidade como paisagem. Neste encontro sobre Curadoria e Cidade, somos convidados a mergulhar em Belo Horizonte como um território de possibilidades a partir de movimentos arquitetônicos e intervenções urbanas.

Bernardo Biagioni

Bernardo Biagioni

Jornalista e curador da Galeria quartoamado e Instituto Amado, Bernardo Biagioni corre com o Calma à desvelar caminhos de Belo Horizonte.

MÓDULO III: EXPERIMENTAÇÕES GRÁFICAS

AULA V: FOTOGRAFIA ANALÓGICA COM EXPERIMENTO: DA RUA AO LABORATÓRIO

Entender a fotografia analógica enquanto experimento nos permite abordar a materialidade da memória imagética em etapas que vão da prática fotográfica à produção de imagens. Nesta atividade, apresentaremos a metodologia de produção e desenvolvimento criativo do Coletivo Mofo, partindo de uma leitura geral da experiência fotográfica com prática na cidade e uma imersão no laboratório.

Coletivo Mofo

Coletivo Mofo

Mofo é um coletivo de produção e experimentação fotográfica interessado em processos de ruptura, dissenso e ressignificação. Mofo é parte da cidade que nasce, cresce e morre a cada minuto durante 24 horas sem parar.

Priorizamos os recursos analógicos na fotografia para desestabilizar as escalas do tempo e da memória. Usamos celulóide e papel, nos interessamos pelo tato, termodinâmica, alquimia.

As fotografias, aqui, não se limitam ao registro que finda em si mesmo. Elas remontam elementos urbanos ou íntimos em torno de uma narrativa particular.

AULA VI: TIPOGRAFIA EXPERIMENTAL

Uma breve viagem sobre o mundo da tipografia, desde os seus primórdios, até os seus contornos hoje no Brasil e na América Latina, além de experimentar linguagens e caminhos nessa forma de impressão poderosa. 

Iremos tratar de questões clássicas como, as ferramentas do tipógrafo, a medida tipográfica, composição e impressão, para depois mergulhar na experimentação tipográfica nos prelos com tintas e papéis diversos.

62 Pontos

62 Pontos

Somos um grupo de amigos que se uniram ao redor de uma paixão em comum por um ofício raro e em extinção: a tipografia. Os tipos de madeira e chumbo, as máquinas e tintas. Assim formamos o 62 pontos, um coletivo  de pesquisa e produção em artes gráficas, com ênfase em tipografia com tipos móveis e gravura, em outras palavras, amamos imprimir coisas.

MÓDULO IV: EXPERIMENTAÇÕES PERFORMÁTICAS

AULA VII: Laboratório Para Vivência: isso não passa de uma forma de cortar a cidade e me atravessar

Ser, estar, escutar, observar, jogar, compartilhar, coexistir, conviver, viver, sobreviver, não julgar, não reprimir, não repelir. Um dia inteiro em performance do dia a dia, em relação a tudo o que esteja em nossa volta, nossas roupas, nossos círculos, nossos caminhos e nossa cidade…. trazendo um novo olhar para o que ja esta dado e partir dai criar algo novo.

Guilherme Morais

Guilherme Morais

Guilherme Morais, multiartista indisciplinado, criador da plataforma “This is noT” 2011 na tentativa de criar uma rede com diferentes artistas de diferentes areas, onde os atravessamentos se passam pelo corpo. Alem de inúmeras residências, performances e espetáculos, vem desenvolvendo dês de 2013 o projeto DENGUE -Duelo de vogue, colocando BH no circuito internacional de Vogue. 2018 criou a Escola de Arte Indisciplinada coletivo que debate na pratica educação, arte e escola. Este ano de 2019 vem desenvolvendo o projeto PIIM – Programa intensivo de Investigação e Montagem em Dança com jovens periféricos da Grande BH.

AULA VIII: CARTOGRAFIAS IMAGINADAS MAPAS INVENTADOS

A cidade é um campo de disputa. Não apenas territorial, mas também poético, um jogo de tabuleiro com peças em contante mudança com regras e objetivos, uma competição acirrada e permanente entre seus habitantes, espaços autônomos, artistas, grupos e politicas públicas. Abordaremos estas temáticas e a partir delas construiremos intervenções urbanas no centro da cidade.

Froiid

Froiid

Artista pesquisador, graduado em Artes Plásticas, mestrando em artes, vêm trabalhando individual e coletivamente relacionando arte e cidade, trançando temas como pirataria, território, cidade/urbano e gamificação/joguificação, Membro fundador e idealizador de grupos, propostas e inciativas como Piolho Nababo e MAPA:/. Desde 2015, atuando também no Lab|front (Laboratório de Poéticas Fronteiriças) grupo de pesquisa de desenvolvimento e inovação que se propõem a problematizar as/nas fronteiras. 

Agenda

TODAS AS AULAS ACONTECEM NO PERÍODO DE 10H AS 18H NA GALERIA QUARTOAMADO (RUA ANTÔNIO DE ALUBUQUERQUE 384 SAVASSI)

Outubro 2019

ESTE É UM CURSO DE R$438. MAS GRAÇAS A LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA E AO PATROCÍNIO DA MASTERMAQ,

 

Esta edição é gratuita e ainda tem 5 vagas para bolsistas

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Todas as vagas são aprovadas via seleção.