SOBRE O INSTITUTO

O Instituto Amado foi criado pela Galeria de arte quartoamado com o objetivo de amadurecer e desenvolver uma série de projetos com viés sociais, artísticos e educativos que vinham sendo experimentados e organizados em paralelo à agenda comercial da galeria.

 

Divergindo do quartoamado, que nasceu em 2012 com o objetivo de estreitar laços entre artistas, jovens colecionadores e clientes, o Instituto Amado tem como premissa a investigação de mecanismos e instrumentos de educação e arte que possam capacitar e articular comunidades e grupos específicos.

 

O Instituto é uma associação sem fins lucrativos que visa promover, dentre uma série de iniciativas, projetos como o Vilas Brasileiras, que pretende conectar artistas com vilarejos, bem como cursos práticos e teóricos de arte em escolas.

 

Entendemos arte como uma ferramenta de conectividade, colaboração e transformação. E usamos destes valores para debater e fomentar a ocupação do espaço público, mobilidade urbana e a valorização da arte e cultura local.

Residencia Sarandira | Foto Fernando Biagioni

VILAS BRASILEIRAS

Em Junho de 2017 inauguramos o Instituto Amado com um chamado nacional. Moradores de vilarejos com até dois mil habitantes que gostariam de receber a visita de um grupo de artistas para emprestar seus conhecimentos e ferramentas à causas locais.

 

Dentre uma série de cartas, e-mails e telefonemas, decidimos por acolher ao chamado da Carabina Cultural, ONG de Sarandira que vem trabalhando uma série de projetos para trazer recursos e desenvolver a estima do povoado.

 

A primeira expedição do Instituto Amado dentro do projeto Vilas Brasileiras contou com a participação dos artistas Alexandre Rato, Baba Jung, Clara Valente, João Maciel e Thiago Alvim. Artistas muralistas que emprestaram ouvidos, atenção, carinho e pincéis para entender, dialogar e interagir com a comunidade.

CURSOS

PEDALANDO PELOS MUROS

Este curso conecta duas das nossas maiores paixões. Arte urbana e bicicleta. Construimos um percurso de 14km (bem leve – e devagar!) que perpassa por mais de 50 painéis em Belo Horizonte. Paramos em alguns marcos importantes; ruas prometidas, concentrações interessantes e lendas vivas.

 

Começamos às 09h com um piquenique/café da manhã especial. 10h partimos para a intrépida aventura de ver e assistir a murais inquietantes que a cidade pode fornecer. Pedalando com calma, em grupo, programamos uma série de paradas para discutir sobre as obras, suas técnicas e temáticas.

TRAVESSIA GASTRONÔMICA

Em parceria com A Pão de Queijaria e o Blog Baixa Gastronomia, o Instituto Amado apresenta o curso Caminhada Gastrônomica, como forma de redescoberta da culinária mineira, que hoje alcança destaque internacional.

 

Neste curso, através de uma caminhada pela cidade de Belo Horizonte, será explorada a história da gastronomia mineira, convidando o participante à conhecer estabelecimentos clássicos, mas muitas vezes nem tão conhecidos, e provar dessas comidas típicas.

INHOTIM À DERIVA

Esta não é mais uma visita guiada ao Inhotim. Esta é uma visita ao quintal de Junio. Criado por Bernardo Paz quando era criança, Junio viu a fazenda do empresário mineiro virar um dos principais museus do mundo. Viu a maior parte do acervo chegar e ser montado. E conheceu uma respeitável lista de artistas contemporâneos – na porta de sua casa.

 

Inhotim À Deriva é feito por um dia dedicado a se perder pelo museu que transformou a rotina de Brumadinho – e inseriu Minas Gerais no roteiro internacional de Arte Contemporânea. Uma imersão pelas obras de arte e pelo jardim botânico. Sem roteiro pré-definido, sem repetições, sem frases decoradas.

BELO HORIZONTE

Belo Horizonte, um curso de debates que teve uma primeira edição experimentada pela Galeria quartoamado, agora é retomado e intensificado pelo Instituto Amado. Cada tema, um encontro e uma sala de aula diferente. Lançando um olhar fresco e clínico sobre uma cena efervescente, política e calorosa que revoluciona cotidianamente nossa maneira de viver, habitar e construir a cidade que vivemos. Seja através da mobilidade, das ocupações sociais e culturais ou através do uso do nosso espaço público. Seja através da sexualidade, do gênero, da arte urbana, do pixo, do grafite, da música e dos novos negócios de economia criativa.

FAÇA UM CONVITE

Deixamos nossa caixa de correspondência aberta durante todo o ano para convites e chamados que proponham todo tipo de caminhos e possibilidades em educação e arte pública. Os convites precisam ser feitos preferencialmente por personagens locais de comunidades específicas. Para o projeto Vilas Brasileiras, o vilarejo pode ter no máximo dois mil habitantes.